Em 2024, o país registrou 22.919 mortes fetais e quase 20 mil óbitos neonatais. Descubra a gravidade desta situação e os desafios enfrentados no Brasil.
A mortalidade fetal é o óbito do feto antes do nascimento, enquanto a neonatal inclui mortes nos primeiros 28 dias de vida. Estatísticas alarmantes refletem desigualdades regionais.
As principais causas de mortes fetais incluem hipertensão, diabetes e infecções. Para óbitos neonatais, a prematuridade é a maior culpada, seguida por asfixia e infecções.
A Lei Nº 15.139 oferece suporte emocional e legal para pais enlutados, reconhecendo a dor da perda gestacional e neonatal com um compromisso mais humano.
Investimento em pré-natal, qualificação de profissionais e suporte psicológico são essenciais. O Brasil precisa de ações coordenadas para enfrentar esse desafio.